Ceia de Oficiais de julho O Poder de escolha

Por radiogospelfm.com.br - 06/07/2019

Em todas as coisas, Deus deu ao homem o poder de escolha.
 
Em Deuteronômio, vemos o momento em que o povo de Israel estava para entrar na Terra Prometida. Ali, Deus os alerta sobre este poder de escolha: a bênção ou a maldição; a vida ou a morte.
 
O Senhor nos deixa livres, mas sempre nos mostra as consequências. Há conceitos religiosos de que Deus quer nos impor a vontade d’Ele. Mas Ele nos ama tanto, que nos dá a opção de escolhermos ou não Sua vontade.
 
Existem pessoas que não escolhem Deus, mas escolhem o que Ele pode dar. Infelizmente, por ambição e por falta de sabedoria, muitos homens têm trilhado um caminho destruição.
 
A Bíblia nos mostra alguns exemplos:
 1- A escolha do homem no Éden (Gênesis 3.6)
 
Eva escolheu dar ouvidos à voz da serpente e desobedecer a Deus. Adão escolheu ceder aos desejos de Eva. Ele exerceu seu poder de escolha de forma errônea e, assim, introduziu o pecado à humanidade, destruindo o plano original que Deus tinha para suas vidas.
 
Nossas escolhas podem comprometer o nosso futuro e o futuro de quem amamos.
 
2- A escolha de Ló (Gênesis 13.11)
 
Ló escolheu se separar de Abraão e ir para Sodoma e Gomorra, sem ao menos buscar uma direção de Deus. Assim, ele entregou sua família ao caos e à degradação. Essa má escolha trouxe consequências terríveis e gerou duas nações inimigas de Israel. A ambição e autossuficiência levaram Ló e sua descendência a uma destruição irreversível.
 
3- A escolha louca do povo judeu (Mateus 27.21 a 25 e Mateus 22.29)
 
De qualquer maneira, Jesus iria para a cruz. Mas não estava no propósito de Deus amaldiçoar o povo de Israel. O Senhor teria outro caminho.
 
Eles estavam diante da oportunidade de escolher o justo, o Filho de Deus, mas preferiram a maldição: “Que caia sobre nós e nossos filhos o Seu sangue!”.
 
Existem inúmeros exemplos de péssimas escolhas feitas por falta de discernimento.
 
Precisamos, assim como Jesus nos ensinou, deixar a Palavra de Deus nos guiar para não cairmos no mesmo erro.
 
Somente as Escrituras Sagradas e experiências verdadeiras com Deus podem nos levar a fazer escolhas definitivas que nos colocarão no plano d’Ele. Jesus havia alertado seus discípulos sobre isso!
 
Ele usou o Seu poder de escolha para nos escolher e nos colocar no plano original de Deus. Mas muitas pessoas ainda escolhem Barrabás.
 
Rute fez a escolha de permanecer ao lado de Noemi, por uma direção do Espírito Santo. Humanamente, seria a pior escolha. Ela permaneceu por convicção, não por conveniência. Ela não priorizou seu bem estar, mas a aliança. E isso a colocou na rota do resgatador!
 
Nós precisamos:
 1- Ter a revelação para fazer a escolha certa (Rute 1.16 e 17 e Mateus 11.25)
 
Deus revela aos seus servos, segundo sua integridade diante d’Ele.
 
Rute teve no espírito a revelação de se colocar debaixo da aliança do Deus de Israel, e isso garantiu a ela e a Noemi um bom futuro, ao contrário de Orfa, que retrocedeu.
 
Rute e Noemi entraram para a genealogia de Davi e, consequentemente, para a de Jesus.
 
2- Escolher o plano de Deus (Mateus 1.20 a 24)
 
José estava diante de uma escolha difícil: assumir um filho que não era dele. Mas ele fez a opção pelo plano de Deus.
 
Não tem nada melhor do que viver a vontade do Senhor, ainda que para isso precisemos fazer escolhas difíceis.
 
Se todos optassem pelo plano de Deus, tudo seria mais simples! Mas, infelizmente, muitos priorizam seus próprios interesses.
 
3- Fazer escolhas sábias para termos o vaso cheio de óleo (Mateus 25.1 a 4 e Efésios 5.18)
 
Os apóstolos optaram pelo cenáculo. Ficaram confinados por 40 dias se santificando para viver as promessas.
 
Neste Ano de Rute, temos que ter consciência de que nossa escolha por Deus nos levará a viver os planos estabelecidos por Ele.
 
Escolha Deus. Escolha se amigo de Deus. Escolha ser cheio do Espírito Santo. Aleluia!